"It's never quite simple
It's never that safe
It never seems perfect
Until it's too late
It's never the right time
To find a new way
There's an answer
In the sound of a train
There is wisdom
Past the bridge on the bay
There's a lifetime
Through the fog
In the rain
There's a beauty
In walking away"
°º°º°º°º°°°°ººº°°°°°°°ººººº°°ººººº°º°º°º°
domingo, 22 de novembro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
No ultimo Sábado (dia 03) a família buscapé, foi a Três Coroas conhecer o Templo Budista.
Um lugar lindo, com uma energia maravilhosa, um banho de ensinamentos da cultura Budista, a simplicidade ao se vestir, o colorido das suas artes, a tranqüilidade e o silencio de estar naquele lugar...claro, se eu ficasse la o dia todo, acho que sairia de la meio pirada, ou daria uns gritos, assim so pra aliviar.
Um lugar lindo, com uma energia maravilhosa, um banho de ensinamentos da cultura Budista, a simplicidade ao se vestir, o colorido das suas artes, a tranqüilidade e o silencio de estar naquele lugar...claro, se eu ficasse la o dia todo, acho que sairia de la meio pirada, ou daria uns gritos, assim so pra aliviar.
Tem uma lojinha bem bacana la também.
O que me deixou muito contente foi saber que eles não fazem mal a nenhum animal, tem muitos cachorros la que são bem tratados e até os visitantes tratam bem, se eles são budistas ou não, isso já não sei dizer (Qua qua qua qua) eles cuidam até das formigas! Sim!!! FORMIGAS, la nem pisar em uma é bem visto, e olha que tem por tudo.
Então acho que eu encontrei a solução, aqui em casa ta tendo meio que um ataque das formigas...vou fazer um carregamento e levar todas pra la....ou espalhar por toda a casa, repito, TODA A CASA, uns avisos tipo esses ai nas fotos abaixo que tem la no templo, assim os visitantes aqui de casa terão cuidado com as bichinhas e saberão onde estão pisando (blé).

quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Água mineral ! com gás por favor !!!
Esses tempos tava abrindo uma água mineral com gás bem gelada, quando me dei conta que ha alguns anos, posso dizer meses, eu não tomaria uma água com gás, nem no deserto do Saara.
Como é que alguém pode gostar daquilo, sem gosto, com bolhas que insistentemente querem entrar no nariz. Ta certo que nunca fui mto ligada em refri com mto gás...sempre pego aquele com mais dias dentro da geladeira...que ninguém quer...sim é esse que eu quero!! Mas aquilo ?? Água com gás? Não existia essa possibilidade.
So que agora a tal da água com gás vem sendo a minha escolha, como pode agora eu gostar?
Foi ai que percebi que mtas coisas antes detestáveis, entraram na minha vida e eu perdi o momento em que isso começou...lembro de quando eu não comia Suflê de chuchu, agora eu como. Quando foi isso ?
Ai vão algumas coisas antes detestáveis (enquanto eu tento me lembrar da transição do chuchu):
- brócolis, rúcula, moranga, kiwi, ameixa,
- pão de fibras e cereais; n o j e n t o !!!
- livros que as professoras indicavam; ta esses são chatos...ever, mas livros no geral não.
- cerveja (não entendia como as pessoas podiam gostar !! ta bom, ta bom.....), café preto(levanta cedo que tu aprende);
- sushi era comida de ET;
- ficar em casa, ou ficar sem fazer nada era tedioso d+;
- comer em casa todos os dias era chato.....
Mas não adianta, um dia tudo muda e eu prometo escrever sobre isso de novo quando eu comer mamão por vontade própria !!
- te identificou né ???!!
Só mais uma coisa......quando crianças todas nos achávamos os guris uns chatos,e irritante brincar com eles, mas a vida se encarrega e te faz pensar diferente! Bl麰º°º
Como é que alguém pode gostar daquilo, sem gosto, com bolhas que insistentemente querem entrar no nariz. Ta certo que nunca fui mto ligada em refri com mto gás...sempre pego aquele com mais dias dentro da geladeira...que ninguém quer...sim é esse que eu quero!! Mas aquilo ?? Água com gás? Não existia essa possibilidade.
So que agora a tal da água com gás vem sendo a minha escolha, como pode agora eu gostar?
Foi ai que percebi que mtas coisas antes detestáveis, entraram na minha vida e eu perdi o momento em que isso começou...lembro de quando eu não comia Suflê de chuchu, agora eu como. Quando foi isso ?
Ai vão algumas coisas antes detestáveis (enquanto eu tento me lembrar da transição do chuchu):
- brócolis, rúcula, moranga, kiwi, ameixa,
- pão de fibras e cereais; n o j e n t o !!!
- livros que as professoras indicavam; ta esses são chatos...ever, mas livros no geral não.
- cerveja (não entendia como as pessoas podiam gostar !! ta bom, ta bom.....), café preto(levanta cedo que tu aprende);
- sushi era comida de ET;
- ficar em casa, ou ficar sem fazer nada era tedioso d+;
- comer em casa todos os dias era chato.....
Mas não adianta, um dia tudo muda e eu prometo escrever sobre isso de novo quando eu comer mamão por vontade própria !!
- te identificou né ???!!
Só mais uma coisa......quando crianças todas nos achávamos os guris uns chatos,e irritante brincar com eles, mas a vida se encarrega e te faz pensar diferente! Bl麰º°º
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Fui ao dentista...
Sim, hoje eu fui ao dentista e com quase 26 anos posso afirmar que ainda não me sinto confortável com a situação. Não é a mesma coisa que ir ao médico, ginecologista então...putz é ficha perto daquela cadeira que quase te coloca de pernas "pro" ar, com aqueles objetos feios por todo o lugar, sem conseguir enxergar qual vai ser o próximo" trequinho" que a dentista vai colocar na tua boca e tu vai fingir que é suuuuper natural !! Merda, eu não gosto de ir dentista °°ºººº é tipo "se correr o bicho pega, se ficar o bicho come", pq ainda por cima tem que ficar quietinha, sem movimentos comprometedores a própria saúde bucal.
Tu tb não gosta de ir ao dentista ?
Tu tb não gosta de ir ao dentista ?
terça-feira, 12 de maio de 2009
Foto de familia °°°°°
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Desejo que desejes.
Recebi este texto de uma amiga, e é tão verdadeiro, tão possivel...pode parecer meio cliche, mas vale a pena pensar e pensar sobre as coisas que desejamos.
Eu desejo que desejes ser feliz de um modo possível e rápido, desejo que desejes uma via expressa rumo a realizações não utópicas, mas viáveis, que desejes coisas simples como um suco gelado depois de correr ou um abraço ao chegar em casa, desejo que desejes com discernimento e com alvos bem mirados.
Mas desejo também que desejes com audácia, que desejes uns sonhos descabidos e que ao sabê-los impossíveis não os leve em grande consideração, mas os mantenha acesos, livres de frustração, desejes com fantasia e atrevimento, estando alerta para as casualidades e os milagres, para o imponderável da vida, onde os desejos secretos são atendidos.
Desejo que desejes trabalhar melhor, que desejes amar com menos amarras, que desejes parar de fumar, que desejes viajar para bem longe e desejes voltar para teu canto, desejo que desejes crescer e que desejes o choro e o silêncio, através deles somos puxados pra dentro, eu desejo que desejes ter a coragem de se enxergar mais nitidamente.
Mas desejo também que desejes uma alegria incontida, que desejes mais amigos, e nem precisam ser melhores amigos, basta que sejam bons parceiros de esporte e de mesas de bar, que desejes o bar tanto quanto a igreja, mas que o desejo pelo encontro seja sincero, que desejes escutar as histórias dos outros, que desejes acreditar nelas e desacreditar também, faz parte este ir-e-vir de certezas e incertezas, que desejes não ter tantos desejos concretos, que o desejo maior seja a convivência pacífica com outros que desejam outras coisas.
Desejo que desejes alguma mudança, uma mudança que seja necessária e que ela não te pese na alma, mudanças são temidas, mas não há outro combustível pra essa travessia. Desejo que desejes um ano inteiro de muitos meses bem fechados, que nada fique por fazer, e desejo, principalmente, que desejes desejar, que te permitas desejar, pois o desejo é vigoroso e gratuito, o desejo é inocente, não reprima teus pedidos ocultos, desejo que desejes vitórias, romances, diagnósticos favoráveis, aplausos, mais dinheiro e sentimentos vários, mas desejo antes de tudo que desejes, simplesmente.
Eu desejo que desejes ser feliz de um modo possível e rápido, desejo que desejes uma via expressa rumo a realizações não utópicas, mas viáveis, que desejes coisas simples como um suco gelado depois de correr ou um abraço ao chegar em casa, desejo que desejes com discernimento e com alvos bem mirados.
Mas desejo também que desejes com audácia, que desejes uns sonhos descabidos e que ao sabê-los impossíveis não os leve em grande consideração, mas os mantenha acesos, livres de frustração, desejes com fantasia e atrevimento, estando alerta para as casualidades e os milagres, para o imponderável da vida, onde os desejos secretos são atendidos.
Desejo que desejes trabalhar melhor, que desejes amar com menos amarras, que desejes parar de fumar, que desejes viajar para bem longe e desejes voltar para teu canto, desejo que desejes crescer e que desejes o choro e o silêncio, através deles somos puxados pra dentro, eu desejo que desejes ter a coragem de se enxergar mais nitidamente.
Mas desejo também que desejes uma alegria incontida, que desejes mais amigos, e nem precisam ser melhores amigos, basta que sejam bons parceiros de esporte e de mesas de bar, que desejes o bar tanto quanto a igreja, mas que o desejo pelo encontro seja sincero, que desejes escutar as histórias dos outros, que desejes acreditar nelas e desacreditar também, faz parte este ir-e-vir de certezas e incertezas, que desejes não ter tantos desejos concretos, que o desejo maior seja a convivência pacífica com outros que desejam outras coisas.
Desejo que desejes alguma mudança, uma mudança que seja necessária e que ela não te pese na alma, mudanças são temidas, mas não há outro combustível pra essa travessia. Desejo que desejes um ano inteiro de muitos meses bem fechados, que nada fique por fazer, e desejo, principalmente, que desejes desejar, que te permitas desejar, pois o desejo é vigoroso e gratuito, o desejo é inocente, não reprima teus pedidos ocultos, desejo que desejes vitórias, romances, diagnósticos favoráveis, aplausos, mais dinheiro e sentimentos vários, mas desejo antes de tudo que desejes, simplesmente.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Ta certo que nós mulheres somos o M Á X I M O, mas não exagera vai..
QUANTAS MENTIRAS CONTARAM - POR DANUZA LEÃO
Quantas mentiras nos contaram; foram tantas, que a gente bem cedo começa a acreditar e, ainda por cima, a se achar culpada por ser burra, incompetente e sem condições de fazer da vida uma sucessão de vitórias e felicidades.
Uma das mentiras:
É a que nós, mulheres, podemos conciliar perfeitamente as funções de mãe, esposa, companheira e amante, e ainda por cima ter uma carreira profissional brilhante.
É muito simples: não podemos .
Não podemos; quando você se dedica de corpo e alma a seu filho recém-nascido, que na hora certa de mamar dorme e que à noite, quando devia estar dormindo, chora com fome, não consegue estar bem sexy quando o marido chega, para cumprir um dos papéis considerados obrigatórios na trajetória de uma mulher moderna: a de amante .
Aliás, nem a de companheira; quem vai conseguir trocar uma idéia sobrea poluição da Baía de Guanabara se saiu do trabalho e passou no supermercado rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma escova?
Mas as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres - e os maridos - de que um peixinho com ervas no forno com uma batatinha cozida al dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de fazer - sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por muitos e muitos anos.
Ah, quanta mentira!
Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não à que faz de conta que trabalha, mas à que trabalha mesmo. No começo, ela até tenta se vestir no capricho, usar sapato de salto e estar sempre maquiada; mas cedo se vão as ilusões.
Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo do glamour - aquele - das executivas da Madison.
Dizem que o trabalho enobrece, o que pode até ser verdade. Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e quando se percebe a guerra já está perdida.
Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes -aqueles que enlouquecem os homens - precisa, fundamentalmente, de duas coisas: tempo e dinheiro.
Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 radicais livres, tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento, comprar uma sandália nova para o verão, fazeras unhas, depilação; e dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada - o que também custa dinheiro.
É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao toalete - um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de manhã e vai, alegremente, para uma happy hour. Aliás, se as empresas trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas âmbar, os índices de produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos.
Felizes são as mulheres que têm cinco minutos - só cinco - para decidir a roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio ou niforme termina sendo preto ou bege, para que tudo combine sem que um só minuto seja perdido.
Mas tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa, têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola, procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento escolar está baixo. E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que apronta, e sem o qual elas acham que não conseguem viver . Segundo um conhecedor da alma humana, só existem três coisas sem as quais não se pode viver: ar, água e pão.
Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu diria.
Parabéns para quem consegue fingir tudo isso ....
Quantas mentiras nos contaram; foram tantas, que a gente bem cedo começa a acreditar e, ainda por cima, a se achar culpada por ser burra, incompetente e sem condições de fazer da vida uma sucessão de vitórias e felicidades.
Uma das mentiras:
É a que nós, mulheres, podemos conciliar perfeitamente as funções de mãe, esposa, companheira e amante, e ainda por cima ter uma carreira profissional brilhante.
É muito simples: não podemos .
Não podemos; quando você se dedica de corpo e alma a seu filho recém-nascido, que na hora certa de mamar dorme e que à noite, quando devia estar dormindo, chora com fome, não consegue estar bem sexy quando o marido chega, para cumprir um dos papéis considerados obrigatórios na trajetória de uma mulher moderna: a de amante .
Aliás, nem a de companheira; quem vai conseguir trocar uma idéia sobrea poluição da Baía de Guanabara se saiu do trabalho e passou no supermercado rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma escova?
Mas as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres - e os maridos - de que um peixinho com ervas no forno com uma batatinha cozida al dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de fazer - sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por muitos e muitos anos.
Ah, quanta mentira!
Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não à que faz de conta que trabalha, mas à que trabalha mesmo. No começo, ela até tenta se vestir no capricho, usar sapato de salto e estar sempre maquiada; mas cedo se vão as ilusões.
Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo do glamour - aquele - das executivas da Madison.
Dizem que o trabalho enobrece, o que pode até ser verdade. Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e quando se percebe a guerra já está perdida.
Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes -aqueles que enlouquecem os homens - precisa, fundamentalmente, de duas coisas: tempo e dinheiro.
Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 radicais livres, tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento, comprar uma sandália nova para o verão, fazeras unhas, depilação; e dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada - o que também custa dinheiro.
É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao toalete - um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de manhã e vai, alegremente, para uma happy hour. Aliás, se as empresas trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas âmbar, os índices de produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos.
Felizes são as mulheres que têm cinco minutos - só cinco - para decidir a roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio ou niforme termina sendo preto ou bege, para que tudo combine sem que um só minuto seja perdido.
Mas tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa, têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola, procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento escolar está baixo. E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que apronta, e sem o qual elas acham que não conseguem viver . Segundo um conhecedor da alma humana, só existem três coisas sem as quais não se pode viver: ar, água e pão.
Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu diria.
Parabéns para quem consegue fingir tudo isso ....
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